OI meus amigos... como passaram o fim de semana? O meu foi bem tranquilo... fora o calor que está quase que insuportável...más sábado estive almoçando na casa da Romena ( minha prima) onde passei a tarde toda e a noite saí com o Bruno e um amigo dele... fomos num barzinho que para mim não estava lá estas coisas e cheguei em casa cedo... domingo o calor tava tão grande que não estava tendo vontade nem de sair para canto algum, então fui na igreja a noite... teve um programação muito boa, estava tendo uma cantora de SP, a Filomena Camilo... nossa ela canta muito... e assim foi meu fim de semana... lógico que bati papo com todos os meus amigos que tem OI... pois é fim de semana de graça, não podemos deixar passar né...bom espero que todos tenham uma ótima semana, quero agradecer meus amigos que passam sempre por aqui deixando comentários, e os novos tb.. beijos a todos e até mais!!!!!

Gente sem Coração!!
Percebo que no mundo há gente demais e corações de menos. Não me ensinaram que havia gente sem coração, aprendi vivendo. Não me imunizei de pragas inoportunas, quando da decolagem da infância.
Cresci sem a cautela que o mundo me exige e muitas vezes fico perdida no meio de adultos, de conversas e testas franzidas, cheios de sentimentos fraturados e de amores partidos.
No redemoinho de traços e significados, vejo-me solta no meu barco carregado de quereres e sentires. No meu barco não quero que pessoas sem coração viajem comigo, não quero mesmo.
Escrevi este poema para uma amiga que sofre: (não come, não dorme, não vive) por ter encontrado na vida um ser tão sem coração, para não dizer uma palavra ofensiva:
Rasgo-me
Rasgo a minha garganta
Só para gritar mais alto
Que não te amo.
Rasgo meu peito
Só para te tirar do coração
E pedir para viver sem ti.
Rasgo o dia, embrulho a lua
E sem luz, rasgo os caminhos
Só para não te encontrar.
Rasgos os papéis para que não me deixes
Nenhuma palavra, nenhum sentimento.
Rasgo o mundo e gritarei: estou livre.
E neste momento
Rasgo-me toda
Para renascer
Dentro de mim.
Gentem, será que um dia ficarei sem comer, sem dormir, sem viver, devido a um amor frustrado? Não vou, não vou, não vou.
Ou será que vou?
Affe!
Por Anne
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